quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

1

TESÃO MEU
um Bom Ano Novo
com passas
boas

recheada
sorte premiada

vêm ao miado gata!
Assim

20 comentários:

  1. R
    (sem interesse especial, mais um… Heterónimo, é a Hora R)

    Este mês farei um livro, sem pressa, sem interesse nenhum especial em fazê-lo.
    Livro dedicado às pessoas que lêem este blog, lendo comentários, principalmente… fazendo-os. É este o meu perfil, um pefil… pífio, chega-me muito bem: sou eu e sou o outro, o que está Out e In.
    R

    Isto nem sequer quer grandes textos grandes, é um livro de pequenas histórias, frases apenas, curtas: curta. Corta!
    R

    É cortaR na altura certa, o outro, sou eu!
    Rir ;) piscar o olho, deitar a língua de fora, foa?...


    O diabo do blog… está com a hora de não sei que meridiano, é deixaR andaR…

    Fui buscar o Assim ao dia 1, do primeiro dueto de Janeiro.
    http://diariodedetrasii.blogspot.com/2012/01/dado-quadrado.html

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  2. R? Um triângulo amoroso? E ao sétimo dia descansou...Assim, Mim e RRRRRRR não descansam!?

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    1. «
      Minha querida,
      Se eu soubesse o que parece, da aparência já teria um cheiro. Seguir o perfume das tuas palavras, a alma da tua presença, a beleza!... Claramente sou tentado a dar música à leitora, tentando tornar a leitura uma coisa leve e diáfana, movida pelos sons do silêncio onde conseguimos escutar a voz muda das sombras agitadas na luz que se projeta na tela de tê-la mesmo aqui, à nossa frente, nas páginas do livro imaginário que queremos ler/escrever/crer e querer, em pé de igualdade entre um e outro, leitor/a e autor/a, ambos à espera de seguir a música sem pisar os calos de ninguém.
      »
      Muita leviandade minha, há falta dum nome, espero aceite(s) o género atribuído e as palavras deste espécime :))

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  3. Ah! Que grande notícia! Então aos leitores será permitido conhecer a história inteira de um mês de paixão... Que grande coisa estás a produzir aqui. Embora eu tenha acompanhado o diário da paixão dos dois no mês de janeiro, vou adorar juntar de novo o fio da meada do amor intenso de Assim e Mim. Será como ver um álbum das fotografias tiradas por um casal em lua de mel.

    É também uma forma de fazer parte do amor :)
    gostei muitíssimo!!!!

    Aqui no Brasil é nosso mês de carnaval, aproveito para ver desfilar a tua escola de samba diário de letras e vestir a fantasia do enredo de amor entre Assim e Mim!

    Um beijo***, Francisco...

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    1. «
      Meu amor,
      Aos leitores tudo é permitido, são eles que tudo permitem ao autor, se tudo se permitem. Se não se permitem, a história é como os petiscos sem sal que se colocares num anzol, às tantas, nem as moscas neles poisam, de tão insípidos serem.
      Adoro os comentários, deles bebo nos rios da Abissínia, esperando nas nuvens os resultados da evaporação, caindo com sede na precipitação sôfrega da bebida pura e decantada do canto! Tuas palavras dão para a minha história, trazem… a paixão!
      Pois sim! Pois não? Os sóis rodam à volta da Terra, ziliões de estrelas enfeitando o teto do quarto, por onde a imaginação ascende ao Universo onde, num único verso…
      Aos leitores sempre será permitido conhecer a história inteira, só mesmo eles a podem fazer, pois dum resumo 'se' trata a "história inteira".
      Abraço, meus a_braços!!
      »

      Viva o Brasil e o Carnaval, desculpas para uma resposta tão... parcial ;) Aceita um piscar de olho e um riso rasgado :)) Beijos***

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  4. ATO CONTINUO

    Caro amigo,
    Por A + B, sem necessidade de C, uma mera equação do segundo grau, permite calcular o comprimento da hipotenusa somando o quadrado dos catetos do triângulo rectângulo. Bastando, para tanto, achar o valor da raiz quadrada da soma mencionada. Para mim é mais que óbvia a beleza da matemática, se antes o Pessoa já pôde dizer que a Vénus de Milo era tão bela como o Teorema de Pitágoras, agora basta-me achar as medidas que permitem aplicar o teorema e espero uma Vénus que não seja de Milo e tenha braços.
    Não uso o teu nome, pese embora faça questão de agradecer a tua presença. Vais achar curiosa a coincidência e por certo juntar-te-ás àqueles que dizem não haver coincidências, seguidores dum conjunto de crenças que nunca foram harmonizadas numa religião. O que permite pensar que, essa religião inexistente, poderá ser a minha, também ela (inexistente…)… Etc.
    Fiquei muito, tão, Tau… Feliz com a tua carta, uso-a como elemento estruturante da dita cuja coincidência que ainda não mencionei, faço-o de seguida. Hoje comecei a escrever um livro, não como Francisco Coimbra, R, apenas R. Uma espécie de 7, sem meter zeros. Para todos os efeitos, a magia dos números começou a funcionar! Sabes achar o nº duma letra, sei que sabes, vê o que resulta, par ou impar? Para, R.
    Para quem não sabe, eu explico aquilo que mentalmente tenhas achado de imediato. Provavelmente, nem sentes ter usado e aplicado um a(c)to. O resultado terá surgido “ato contínuo”, é desse modo que assimilo e envolvo a minha resposta, esta carta, a esta ideia de escrever um livro.
    Devo-te dizer, estou em pulgas… É como se tivesse apanhado a visita dessas visitantes que nunca nos deixam indiferentes, pois a sua presença não passa despercebida. É tão próxima, tão efetiva, tão na pele. Qualquer ideia que se queira passar ao papel, não pode deixar de levar em linha de conta a sua presença.
    Já vais perceber a minha dificuldade, falo de pulgas e vou falar de comentários. Logo, estarei a falar de quem comenta. Tem um pouco de paciência, tornar-me-ei perfeitamente claro. Assim como a tua presença passou a fazer parte da minha narrativa, a minha narrativa passa a ser parte da tua presença.
    Esta carta já não é só uma carta, é uma história onde vou fazer uma pausa. Volto logo!

    Já vi que comentaste no blog, e tem mais... Vou ver e deixar esta carta, parece que estás por dentro (!)
    O que damos é função do que recebemos, as Leis da Física nunca falham.!.
    Deliro como se fossem feitos de lírios os sinais gráficos do par Assim & Mim, não resisto a procurar um grau de intimidade com o leitor/a onde a troca de referências sejam a da leitura comum deste par romântico que extrapolou e andou, de extrapolação em extrapolação, juntando os pólos a pô-los em polvorosa, o que não pode deixar de influenciar a minha prosa. Assim será, está sendo, não poderá deixar de ser. Vou ver que comentários me esperam, saio e depois hei-de ler e agradecer, mais tarde.

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  5. Verdade, verdadinha, verdadeira: BRACADABRA! Pois… Abracadabra!!!

    Todo o segredo, mistério e magia está no perfeito enunciado da palavra. Sei que queres saber o que ando a ler, não é difícil, raia o impossível! Ando sempre a ler vários livros ao mesmo tempo, apostado em descobrir quando fica_rei… louco, iluminado de myosóthis e descendente direto do Sol. Sem, com tudo, ter bem a certeza de ser este o final mais apropriado para a história, o que a deixa perto de um ataque de nervos, como acontece com as mulheres do Almodovar, elas lá saberão porquê, se é que o segredo nunca está no guião e sim em quem o representa.

    O a©tor pega num livro, sabendo que o leitor ignorando ao certo, ao incerto se deve entregar, o que tem a beleza poética do pecado, a fragilidade contundente do real!
    Abra_cada_bra… ço num abraço, abrace a causa, por causa dela, homem ou mulher, até poderá ser criança, ninguém se livra do destino desta dança: rodamos no espaço sem dar conta das forças que nos movem.
    Aos poucos dispensei Deus, o Pai Natal, só não prescindindo da Virgem. A beleza do seu acto de criação é o a©to que nunca se desata, é o fio de prata atado ao fio de outro…
    Passemos a outro, à leitura, uma citação:

    «A película corre no projetor, crepitando. Passa a uma velocidade considerável: vinte e quatro imagens por segundo, vinte e sete metros bem contados, por minuto. *», p.72/73 de “LÁGRIMAS E SUSPIROS/seguidos de/ PERSONA/ e de/ DEPENDÊNCIA”, se já viram estes filmes, a passagem é retirada do guião do filme “PERSONA”, o livro existe e esta história avança, até chegar a…

    «* As sombras jorram pela parede branca. É magia.»
    Claro que é possível ao leitor saber o que vou publicar amanhã, de 1 passa_rei… a 2, onde vou descobrir Assim, de novo… “again” e “again”.
    Convém que nunca nos doa a barriga, o modo mais seguro de estar preservado do mal-estar da ansiedade, nunca escrever nada que possa dar de dia o que não desejamos aconteça de noite. Sendo a ordem arbitrária, neste caso e em todos os outros. O caso é sempre esse/este, qual é o caso seguinte?
    Passo a responder ao primeiro comentário, do qual nada deixa_rei… a menos faça citação:

    «R? Um triângulo amoroso? E ao sétimo dia descansou... Assim, Mim e RRRRRRR não descansam!?», bbrian
    Minha querida,
    Se eu soubesse o que parece, da aparência já teria um cheiro. Seguir o perfume das tuas palavras, a alma da tua presença, a beleza!... Claramente sou tentado a dar música à leitora, tentando tornar a leitura uma coisa leve e diáfana, movida pelos sons do silêncio onde conseguimos escutar a voz muda das sombras agitadas na luz que se projeta na tela de tê-la mesmo aqui, à nossa frente, nas páginas do livro imaginário que queremos ler/escrever/crer e querer, em pé de igualdade entre um e outro, leitor/a e autor/a, ambos à espera de seguir a música sem pisar os calos de ninguém.

    «Então aos leitores será permitido conhecer a história inteira de um mês de paixão...» , EMD
    Meu amor,
    Aos leitores tudo é permitido, são eles que tudo permitem ao autor, se tudo se permitem. Se não se permitem, a história é como os petiscos sem sal que se colocares num anzol, às tantas, nem as moscas neles poisam, de tão insípidos serem.
    Adoro os comentários, deles bebo nos rios da Abissínia, esperando nas nuvens os resultados da evaporação, caindo com sede na precipitação sôfrega da bebida pura e decantada do canto! Tuas palavras dão para a minha história, trazem… a paixão!
    Pois sim! Pois não? Os sóis rodam à volta da Terra, ziliões de estrelas enfeitando o teto do quarto, por onde a imaginação ascende ao Universo onde, num único verso…
    Aos leitores sempre será permitido conhecer a história inteira, só mesmo eles a podem fazer, pois dum resumo ‘se’ trata a “história inteira”.
    Abraço, meus a_braços!!

    Zilião, a letra Z em bilião!

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  6. A carta do meu amigo, era uma carta amiga. Era, ainda é, já não é desconhecida. Este aspe©to da realidade espeto em evidência, meto-o no espeto e faço rodar a frase…
    O aspecto passou a ter dupla grafia, fica-lhe bem. Aumenta a aparência, enriquece a feição, dando às circunstâncias uma importância decisiva que leva à «Situação recíproca dos astros» ser o significado final, neste ponto.
    Escrever em resposta tem um aspecto inesperado, mesmo quando desejado e esperado, podemos ser presas da surpresa: aí o bicho pega!...
    A resposta vai-se manter privada, o que vou glosar é o personagem. Poder imaginar escrever como ele, lendo duma folha que foi escrita batida à máquina, nas costas duma fotocópia. Há aqui um trabalho manual, uma beleza intrínseca que, por muito bom que possa ser o teclado, as vísceras do computador, a imagem no ecrã nunca igualará.
    Gosto do trabalho artesanal da escrita manual mas, imaginar o barulho da máquina de escrever, o barulho da campainha no final de linha, fazer uso da alavanca de rolagem para a mudança de linha, o conjunto dos sons, o cheiro da tinta na fita. Só um perfume, um pouco de memória e partilhar mais uns poses na pose de ir fazendo a história, agora sem comentários a facilitar o gosto de partilhar o acto de comer das palavras… sem comentários.

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  7. Devo dizer que não sou perfeito, uma coisa insuportável para mim. Só fico minimamente feliz, de forma reflexa, podendo ser reflexo, circunflexo, â… Como acontece uma coisa dessas/ destas?
    Devo ter prendido a audiência…
    Fazendo jus à afirmação de imperfeito, tento mostrar como só ela nos mostra perfeitos e orgulhosos de ser humanos falíveis!
    Como irei fazer? Ah… Tenho uma ideia! Fico à espera dum comentário, comer sem companhia, só com muita fome :(

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  8. Francisco,
    um em um zilhão...

    És.

    Aqui está um comentário,
    se jantas leia-o junto ao prato,
    se escreves leia-o em tua letra
    se pensas, pensa nele como sendo teu comentário para fingir música ao ambiente.

    Tu dissestes...........

    :) :) :) :) :) :) :) :)

    eu te digo
    amor.

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  9. Querido Poeta, não foi meu o comentário ou pergunta do triângulo amoroso.Mesmo porque não acredito nele. Conheço a determinaçao do Assim e a fragilidade do R.
    Nisso tudo temo pela Mim vencida por Mimosa:passional, erótica, louca...
    Meus comentários eu assino, se alguém se faz passar por mim, fingimos acreditar.
    Muita luz e paz Poeta para a cada dia nos presentear com Assim e Mim, lindamente lindos! Beijos no coração! bbrian!

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    1. Querida poetisa, a poesia nos une, a certeza nos pertence! Para ser certa, ela pode ser incerta. Inserir a dúvida até dá vida à vida, fá-la e dá à fala a presença onde ela viagem sem limites: a linguagem, na raiz do pensamento! Mas, veja, minha boa amiga, temos notícias…
      Beijos no coração!

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  10. Em tempo de ainda dizer: sem meus comentários e leitura jamais.Até que você diga stop!Beijos no coração! bbrian.

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    1. Sem seus comentários, como teria uma bbrian? Um anónimo/a com nome, uma amiga referência a quem R, narradoR ou um heterónimo outro, se_rei... sempre (eu) o rei! Já que a_do_rei... você, como sempre!
      Beijos do coração!

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  11. Cumpre dizer uma coisa: eu só sou anónima porque quando coloco o meu email, etc. o comentário não entra! Logo, os anónimos podem ser eu ou outros, e outros que querem ser anónimos ou que não conseguem publicar o comentário de outra forma! Mais, só me acontece isto neste blogue. No wordpress eu atá tenho um belo nick e um avatar fan-tás-tico!!!! Ah, espero não ter ofendido a Mim, com a sugestão de um triângulo!!!

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    1. Este blog pertence a uma treta dum mundo onde temos o seguinte:
      «
      ACTA - um acordo global - pode permitir que as corporações censurem a Internet. Negociado secretamente por um pequeno número de países ricos e por poderes corporativos, esse acordo configuraria um novo órgão sombrio para a regulamentação comercial internacional que daria poder para interesses privados policiarem tudo que fazemos online e iria impor enormes penalidades -- inclusive sentença à prisão -- a pessoas que eles julgarem influenciar seus negócios.

      Nesse exato momento, a Europa decide se ratificará ou não o ACTA -- e sem ela, o ataque global à liberdade na Internet vai desmoronar. Nós sabemos que a Europa se opôs ao ACTA anteriormente, mas alguns membros do Parlamento Europeu estão hesitando -- damos-lhes o empurrão que precisam para rejeitar o tratado. Assina a petição -- faremos uma entrega espetacular em Bruxelas quando alcançarmos 500.000 assinaturas:

      http://www.avaaz.org/po/stop_acta/?vl
      »
      Se seguires o endereço, ele está ainda ativo...
      Quanto à tua presença, ela é pertença duma ficção onde viajo...
      Imagina uma narrativa onde todos os comentários são filtrados e ficam apenas os m_eus... tu serias/serás/és:
      Minha querida,
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Velho_Oeste
      Abres portas que imagino sejam iguais às dos bares do Faroeste, a Oeste, no tempo dos cowboys que guiavam vacas e andavam com as pistolas à cintura. Remetes para o presente com uma agilidade onde, a imaginação cria avatares! Imaginação que mora fora da imaginação, recompõe e impõe uma "nova" realidade.
      http://www.youtube.com/watch?v=YwohOnDFi00
      Se seguires, vais sor_rir… Sor Saudade :)
      Deixa-me pedir, dá-nos teu nick. Compreendes o meu plural, aqui surgem pessoas que, como nós, são personagens entre Norte e Sul, Oeste e Leste. Lês-te e re_paras… só podes continuar, mesmo ausente ;) Faria, fará, faz falta haver um avatar! Nem que seja para dar, trazer, um nick name. Se a isso juntares um endereço, onde nos pode levar esta história?
      Deixa-me falar pela Mim, ela não vai dizer nada :))

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  12. Ah! Que beleza!!!
    Eu já volto...
    Já estamos no dia 2 e cá continuamos no dia 1, porquê? Porque a escrita é um mundo que pode ser completamente à parte da realidade, sendo completamente uma realidade outra. Isto é o suficiente para pensarmos nas aporias, coisa que me ocorre, para me perguntar onde poria o necessário. Eu explico, aplicando-me a demonstrar as implicações das palavras, uma nas outras, umas com as outras!

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    1. HESITAÇÃO CALCULADA

      « http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=aporia
      aporia | s. f.
      1ª pess. sing. cond. de apor
      3ª pess. sing. cond. de apor

      aporia
      (grego aporía, -as, dificuldade)
      s. f.
      1. [Filosofia] Dificuldade lógica.
      2. [Retórica] Hesitação calculada.

      apor |ô| - Conjugar
      (latim appono, -ere, colocar junto de, servir, pôr sobre, acrescentar)
      v. tr.
      1. Colocar junto a. = APLICAR, JUNTAR, JUSTAPOR
      2. Colocar sobre. = SOBREPOR
      3. Jungir (bois ou vacas) ao carro.
      4. Meter (cavalgaduras) aos varais da carruagem.
      »
      «http://pt.wikipedia.org/wiki/Aporia~
      A Aporia [Do gr. aporia, “caminho inexpugnável, sem saída”, “dificuldade”.] é definida como uma dificuldade, impasse, paradoxo, dúvida, incerteza ou momento de auto-contradição que impede que o sentido de um texto ou de uma proposição seja determinado.
      Ao estudo das aporias designa-se de aporética.
      »

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