sábado, 23 de junho de 2012

EXTRAVAGÂNCIA


«Biografia de quem?»,

Intrigante, mas nada inquietante. Antes pelo contrário, movimenta a imaginação, dá que pensar, o que é sempre agradável quando com a Arte nos entretemos. É uma boa criação, como a lê a sua autora? É uma pergunta que não agrada a muitos autores, não sei se se dará o caso. A resposta é facultativa, claro!
No meu caso nu, todo o excesso é reduzido ao mínimo, o rodízio das palavras é apenas esta extravagância J

18 comentários:

  1. Poeta, eu acho que toda autobiografia não há de ser criada, nem boa nem ruim. Há de ser verdadeira.
    No seu caso nu é sempre poesia! Beijos no coração!

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  2. Se entendi Poeta, a poesia é precisa de doses extravagantes. E a poesia é também uma autobiográfica bordada, ai entra o leitor lendo pelo foco. O comentário da Poetisa Lily em FRANCA-MENTE da poetisa Betina é maravilhoso: Momento em que o escritor e leitor se fundem.
    É no foco Poeta, reduzido ao mínimo a possibilidade deste encontro: quando as almas se caçam, uma escrevendo se mostrando, outra sentindo e vice-versa.
    Será que entendi?
    Tenha um lindo sábado Poeta,beijos no coração!

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    1. As fusões geram mudança de estado físico, mentalmente a mudança é a permanente energia? Acho que entendeu! ;)
      Beijos do coração!

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  3. Extra-vagante... um biógrafo entre letras e sentimentos, inventa poesia...

    Adoro aprender aqui...

    Bom fim de semana.
    Beijo carinhoso.

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    1. Adoro sua nota pessoal! :)
      Boa semana!
      Beijo carinhoso.

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  4. Fiquei nas nuvens, surpreendente!Um presente lindo. Obrigadão! Beijos no coração!

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  5. meu caminho pelo diário:

    fui ao link e cheguei até o blog “poesia em foco”, de olara, um castelo de sonhos. lá encontrei o texto que deu origem a frase que está em destaque com o link de F.C. «Biografia de quem?», vejo que a frase foi retirada do comentário deixado pelo francisco, no post “autobiografia”,
    o comentário:
    «Olara,
    Biografia de quem?
    Intrigante, mas nada inquietante. Antes pelo contrário, movimenta a imaginação, dá que pensar, o que é sempre agradável quando com a Arte nos entretemos. É uma boa criação, como a lê a sua autora? É uma pergunta que não agrada a muitos autores, não sei se se dará o caso. A resposta é facultativa, claro! ;)
    Beijos do coração, até hoje quando me levantar no... amanhã :)»
    encontro uma bela resposta de olara e destaco:
    «Poeta, existe pessoas que se dizem decisivas em tudo, nunca sentem solidão, nunca sentem fragilidade, vontade chorar, controlam as emoçoes.Digo de sangue azul.
    E eu ando sempre a procura de mim, querendo entender os porquês da minha existencia, a necessidade da escrita sem saber, das coisas todas que já vivi. Fiz minha biografia baseada nas minhas fragilidades e ao mesmo tempo imaginando como deve ser dificil para as pessoas opostas conviverem comigo e outras, sendo que o ar representa o sentido da terra onde todos são acolhidos. Isso não significa que eu não seja forte em muitos aspectos.É isso Poeta! Beijos no coração e tenha um sono reparador!»
    observo o diálogo e faço a minha leitura, deixo então o meu comentário por lá:
    «biografia da alma, arte de se ler/saber-se. alma pura, livre.
    gostei muito da biografia de seus valores, bbrian. são elevados e muito bonitos. a referência ao ar foi crucial para nos mostrar a beleza de ser leve e livre da soberba e da pretensão.»
    volto ao urbano e tento perceber onde os caminhos convergem para uma leitura conjunta, de forma a criar uma história onde eu entenda o autor urbano. acho em comum o fato de serem os contos baseados em comentários que fez aos escritos de outras pessoas e com isto tenho em urbano um amigável leitor, despido de qualquer pretensão, realizando interpretações que propiciam ao diálogo, transformando a forma simples e direta de escrever em uma extravagância de rodear as palavras e as levar consigo, se “vestir” delas, pô-las como segunda pele, o que o faz nunca deixar de ser escritor, nem quando faz comentários ou dá opiniões, está sempre a exercer a sua arte, mostrando com isso que tudo é sempre passível de virar história.

    ficou muito bom, gostei da biografia de olara e de urbano ter posto na “vitrine” a autora de coisas tão belas!

    um beijo.*.

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    1. Voltaram teus comentários! Ontem senti a falta! Beijão

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  6. Eleonora, diria a busca por tantas certezas diante das nossas tantas fragilidades. E como é bom pessoas iguais ao Urbano iguais a Bípede que nos permite e conduz à reflexão, à busca das nossas incertezas ou certezas, o dialógo, a exposição das almas ainda que repletas do contraditório.Acho esta possibilidade de lermos uns aos outros de extrema valia rumo a convivência menos dolorida.Agradeço sua leitura a Autobiografia, ampliando nossos olhares ao próximo.Beijos no coração!

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    1. Olara, ajudando o poeta com os comentários! :))

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    2. Não sei se ajudo ou atrapalho Poeta, mas comento. Beijos no coração!

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  7. Meu querido e minhas queridas,

    estou em rota de fuga..rs
    dei um sumiço do quintal, onde a família comemora o aniversário de minha cumplice na vida, Dona Marianna, minha sogrinha...

    Estou carimbado por 4 desonestas caipirinhas brasileiras e minha alma jura que viu meu corpo andando por aí...

    Senti repentina falta do Diário de Letras II e de meus amigos novos,
    vim dar tropego abraço e dizer que venho fazer meu "trabalho" na segunda.

    Acho que viciei em vocês!

    Beijinhos, moças,
    abração, Francisco.

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    1. Meu querido,
      Caipirinhas honestas já são tão generosas, as desonestas devem garantir prazeres tão obscenos que espero não dêem ressaca! ;)
      Abração

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    2. Segunda brava meus amigos! beijos nos corações!

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  8. Em rota de fuga Coelho, cuidado prá não encontrar a moça, rsrsrs! Parabéns a Dona Marianna! beijos nos corações!

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